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Escola Digital

Espaço na rede dedicado à Internet como veículo de conhecimento e aprendizagem.

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O presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, António Travassos, afirmou que não há nenhum estudo científico que comprove que o portátil Magalhães seja mais prejudicial para os olhos do que os outros computadores.

 

 


As declarações de António Travassos surgem na sequência de afirmações do coordenador do Grupo Português de Ergoftalmologia da SPO, Augusto Barbosa, que considera que o facto de o ecrã do Magalhães ser mais pequeno, ter letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais próximas, poderá fazer aumentar o número de miopias.

"Com o uso cada vez maior do computador e, neste caso, de um portátil que ainda é mais pequeno, com letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais próximas, o número de miopias com certeza vai aumentar em flecha", disse Augusto Barbosa.  

"Não há nenhum trabalho científico que comprove o que foi afirmado", disse hoje à Lusa o presidente da SPO, acrescentando que "o Magalhães é uma excelente ideia" e que "devidamente utilizado pode ser extremamente importante para as crianças".

António Travassos salientou ainda que o pequeno portátil poderá, no futuro, ser um "precioso elemento para conhecer paralisias oftalmológicas" ou outras doenças do foro oftalmológico.

Para evitar o aparecimento das doenças oftálmicas relacionadas com os computadores, a SPO informa que o ecrã deve estar 10 a 25º abaixo do nível do olhar, a iluminação e o brilho envolventes devem ser equilibrados (evitar os reflexos), o monitor tem de estar limpo, os olhos devem estar a 50 ou 60 centímetros de distância do ecrã e devem fazer-se pausas de cinco a dez minutos por cada hora de trabalho.


in: http://jn.sapo.pt