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Quem chegou à idade adulta sem saber inglês e agora pretende aprender o idioma com sotaque igual ao de um americano nativo está mirando num objetivo totalmente inútil. O esforço para falar como alguém que nasceu nos Estados Unidos pode prejudicar a meta de aprendizado. “É mais realista tentar comunicar-se com eficiência. Aprender a falar perfeitamente sobre qualquer assunto, em qualquer circunstância, é quase impossível num curso", diz um professor do curso de inglês em Natal. Mas, se o objetivo é aprender inglês para ampliar as chances no mercado de trabalho, conseguir navegar sem problemas pela Internet e tirar proveito das informações que a rede oferece, ou ainda para se fazer entender no exterior, as chances são grandes.
Um adulto terá mais dificuldade para aprender do que uma pessoa que iniciar o curso mais cedo. Em primeiro lugar, o medo e a vergonha de cometer erros são maiores nos adultos do que entre os estudantes mais jovens. As pessoas mais velhas manifestam, ainda, uma tendência natural de pensar em português e depois traduzir a frase para o inglês, em vez de tentar compreender o sentido da língua. Isso prejudica a fluência e a compreensão do que o interlocutor está dizendo. Esses são alguns dos empecilhos mais encontrados.
Se você pretende estudar inglês, considere que ter nascido no Brasil é uma vantagem. Segundo os professores do curso de francês de Goiânia, a capacidade de o brasileiro se expressar no idioma só é menor do que a dos holandeses, escandinavos e alemães. Entre os latinos, o brasileiro é o que melhor se expressa.
As dificuldades mais apontadas pelos adultos:
1) Acompanhar o rendimento da turma e cumprir as exigências do curso;
2) Aprender a maneira correta de pronunciar as palavras;
3) Manter-se estimulando sem a perspectiva de utilizar o idioma no curto prazo;
4) Não ter oportunidade para praticar a língua fora da sala de aula;
5) Ser inibido e ter medo de expor dúvidas ou de errar diante dos colegas;
6) Usar livros desatualizados ou que tratem de situações fora da realidade do aluno.
Medula - A Fábrica da Vida, é uma animação incluída num CD-ROM que ensina conceitos básicos sobre leucemia e transplante de medula óssea e faz parte do programa Português de Educação para a Saúde e Transplante promovido nas escolas pela Dra. Helena Alves, do Centro de Histocompatibilidade do Norte - Porto - Portugal.
Créditos: http://www.sodasystem.net
The "Bone Marrow: Factory of Life" is an animation included in a cd-rom that teaches basic concepts about Leukemia and Bone Marrow Transplantation. It is part of the program of Education for Health and Transplantation promoted in Portuguese schools by Dr. Helena Alves, from the North Histocompatibility Centre - Porto - Portugal.
Créditos: http://www.sodasystem.net
Esta animação explora o conceito de células e os diferentes métodos utilizados pelos cientistas em suas pesquisas. Destina-se a descrever alguns dos diferentes tipos de células no organismo, sua função, e como esta diversidade de células subjaz os diferentes órgãos e suas funções. A animação também descreve como o conhecimento científico na área da biomedicina é adquirido e contribui para a saúde humana, através do uso de técnicas in vitro de microscopia e pesquisa animal.
O IGC produziu recentemente um vídeo (em formato webcast) sobre a temática das células do corpo e a metodologia da investigação científica.
Destina-se principalmente a alunos do 1º ciclo (3º e 4º anos) e 2º ciclo (5º e 6º anos), mas poderá também ser relevante para o 3º ciclo
Eu aprendi nove idiomas. Eu sempre me divirto explorando uma nova linguagem. Eu não temo o novo idioma. Eu não tenho medo de cometer erros ou parecer estranho. Eu me sinto feliz quando eu consigo me comunicar em um novo idioma. É interessante aprender como outras culturas dizem as coisas. É uma aventura imitar novos sons. Eu me sinto como se eu fizesse parte de uma outra cultura ao menos parte do tempo. Se você encarar o seu aprendizado de Inglês como uma aventura você irá se divertir bastante. Se você se interessa por isso você irá empregar o tempo necessário para avançar de forma rápida.No meu caso, fiz um curso de inglês em Manaus , onde morava na época.
Eu não posso superestimar a importância da atitude. Mas sua atitude tem uma influência determinante na forma com que o seu cérebro cria as redes neurais necessárias para se falar bem o inglês. Pesquisas científicas mostraram que uma pessoa pode mudar as ligações cerebrais apenas pela força de vontade! Você precisa estar determinado a avançar. Você precisa estar disposto a agarrar as oportunidades. Encare o aprendizado de idiomas como uma aventura que lhe trará grandes recompensas. Mas garanta a você mesmo o tempo necessário para aproveitar essa aventura. Se você fizer isso você irá se soltar e fazer grandes progressos. Depende apenas de você.
Mas força de vontade e atitude positiva não serão o bastante. Você vai precisar de muita exposição ao Inglês. Eu não me refiro ao estudo de gramática em livros ou respondendo questões artificiais. Ou até mesmo passar tempo em conversas com nativos do idioma ou em conversas em clubes de conversação. Você precisa enriquecer o seu Inglês. Para isso é necessária muita exposição, muito input. Escutar música, ler contos, ver filmes ou fazer um curso de inglês em Florianópolis , por exemplo. Você precisa ouvir todos os dias. Você precisa ler todos os dias. Você precisa escutar e ler conteúdos em Inglês que sejam interessantes ou familiares para você. Este constante input é necessário para fortalecer as ligações responsáveis pelo aprendizado do Inglês em seu cérebro. A maioria das pessoas que estão estudando Inglês não ouve e lê o necessário. Algumas passam apenas uma ou duas horas por semana em contato com o idioma. Isso não é o bastante. Você precisa estar em contato com o idioma ao menos uma ou duas horas por dia!
Atualmente, você tem rádio, TV, MP3 players, Minidisk players, CD players, audio-books, e a Internet. O inglês está em todos os lugares. Escolha ouvir coisas que você gosta. Ouça coisas do seu interesse. Não importa se você está interessado (a) em comida ou finanças, carro ou computadores, hobbies ou história, viagens ou negócios, esportes ou ciência. Reserve um tempo para ouvir e ler em Inglês sobre assuntos que façam sentido para você. Se o conteúdo é interessante e familiar, você irá aprender de forma mais eficiente.
Enquanto Portugal se ri da auxiliar de acção médica concorrente da Casa dos Segredos, que julga que África é um país da América do Sul, a SÁBADO fez um teste básico a 100 alunos de universidades de Lisboa.
Caminhamos para um ensino teórico onde é abandonada a prática. Ficamos pelos conceitos abstractos sem qualquer ligação à prática. Aliás é aqui que reside o problema do ensino da matemática em Portugal. Um exemplo que utilizo muito é o do teorema de Pitágoras, onde os alunos aprendem uma fórmula, mas, no entanto não sabem o que é, para que serve, o que significa e como surgiu. Os alunos sabem "papaguear" o que o professor transmite, mas no fundo não sabe o que é ou como funciona. Consegue até produzir o calculo certo mas na realidade não vai além disso, da operação matemática. Onde se fomenta a inteligência prática? Que é tão útil nos dias de hoje. Um aluno pode ter um excelente QI mas se não o aplica ou tira partido dele que lhe adianta? Sabe muita teoria, mas na prática... nada. Está destinado ao fracasso no mundo do trabalho.
Há que ligar os conceitos abstractos à realidade da vida. Caminhamos para a criação de gerações que não sabem como se fazem as coisas.
Não nos admiremos se um jovem não sabe medir com rigor, não sabe como se semeia um feijão e que esse feijão cresce e dá o seu fruto.
Não nos admiremos que não saibam ao fim de um curso superior fazer na prática o que aprenderam. É certo que é duro generalizar, mas uma boa percentagem de cursos que não se dotam de equipamentos necessários à aprendizagem prática das coisas como resultado tem pessoas semi-formadas que não sabem fazer, porque nunca fizeram. Já tive em minhas mãos licenciados, mestres que na prática não sabiam aplicar o que aprenderam, que aliás não aprenderam, porque a realidade é que não sabiam fazer.
O ensino deveria ter ao longo dos ciclos um vertente prática, uma forma de levar os alunos a produzirem os seus conhecimentos na prática, na experimentação para poderem entender como as coisas reagem à sua acção. Chegando por vezes ao erro e à sua ultrapassagem. A aprendizagem reside aqui. Reside em levar os alunos a aprender e não a transmitir conhecimentos que eles nem questionam, nem verificam se são verdadeiros, num simples acto de raciocinar.
Nos dias de hoje o professor transmite informação e o aluno adquire-a e depois reprodu-la nos testes. Mas será que aprendeu? Talvez não.
Não seria o ideal levar o aluno a experimentar e dai tirar os conhecimentos, construir o saber?
O saber tem que nascer da experiência, do contacto com a realidade, o aluno tem que retirar desse contacto o conhecimento que lhe vai ser útil, as competências. Aqui o professor deixa de ser o que transmite para aquele que acompanha e orienta. Aquele que leva o aluno a descobrir por si próprio.
Prof. Rafael Telmo
Pós-Graduado em Tecnologia Educativa
Lic. em ensino de EVT
Bacharel em Tecn. Comunic. Audiovisual
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) está a considerar extinguir a disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação no 9º ano, como parte da reforma curricular do ensino básico e secundário, que prevê igualmente a divisão de Educação Visual e Tecnológica em duas componentes separadas no 2.º ciclo.
A medida é justificada, segundo Nuno Crato, ministro da Educação e Ciência, em entrevista ao jornal Público, pelo facto de a maioria dos jovens já dominar os computadores perfeitamente no 9.º ano, sendo "questionável a necessidade de ter uma disciplina de TIC".
No âmbito da reforma curricular, o ministro defende que é preciso "concentrar nas disciplinas essenciais", "eliminar a dispersão na oferta curricular", "apenas contratar os professores que sejam estritamente necessários".
Por parte do MEC foi também emitido esta semana um aviso às direções das escolas de todo o país sobre a suspensão do pagamento da renovação de licenças de utilização de software da Microsoft para os computadores mais antigos, convidando as instituições de ensino a mudar para software livre, escreve igualmente o Público.
Um dos argumentos utilizados pelo Ministério na circular enviada é que os cerca de 50.000 computadores distribuídos entre 2004 e 2007 para as escolas não estarão em boas condições de funcionamento e não suportam as versões mais recentes dos produtos Microsoft.
Sublinha-se que os 111.491 computadores distribuídos em 2009, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação, possuem licenciamento definitivo do sistema Microsoft, logo a questão coloca-se apenas em relação aos equipamentos distribuídos anteriormente.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
in: http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/m
A escola secundária da Lagoa, ilha de S. Miguel, pertence a um número restrito de estabelecimentos de ensino no mundo com o estatuto de mentora da rede Microsoft.
Uma empresa de tecnologia que começa com meia dúzia de estudantes e anos depois está em cinco países e tem mais de 300 pessoas a trabalhar parece uma daquelas histórias que só existem em países como os Estados Unidos mas não é. O Futuro hoje apresenta um exemplo bem português.